Um Passeio junto ao Rio Vltava - Cidade de Praga



Dos muitos passeios que gosto de dar por Praga, decidi partilhar hoje com os leitores um que corre ao longo do rio Vltava. É uma caminhada que muito aprecio, pela relativa facilidade de acesso, pela beleza da paisagem, pela possibilidade de mergulhar numa outra Praga, quase provinciana, muito profunda, onde se pode sentir o verdadeiro pulsar dos habitantes locais.

Inicia-se em Troja, junto ao palácio com o mesmo nome. Pode lá chegar depois de um delicioso passeio a pé pelo Parque Stromovka, ou apanhar o eléctrico 17 no centro, junto ao rio, saindo na paragem Trojska, andando uns 100 metros no sentido da marcha do eléctrico, virando à esquerda e apanhando o autocarro 112 directo para o Zoo, mesmo defronte do palácio.

Uma vez nesse ponto, notará que existe um trilho que segue o rio, no sentido oposto ao do centro da cidade. Foi recentemente asfaltado para facilitar a utilização de bicicletas e de patins em linha, actividades muito populares, que trazem muita gente a este local, especiamente em fins-de-semana cheios de sol.

Depois, é começar a caminhar. À sua esquerda verá a última das ilhas do Vltava, onde se encontra instalada uma enorme estação de tratamento de águas residuais. Do lado direito do trilho estará o Zoo, e por vezes é mesmo possível avistarem-se alguns dos animais que ali moram. Recordo-me de ver uma chita, muito digna e nobre, no alto de um monte, numa ilusão perfeita de vida em liberdade.

Terminado o Zoo, encontrará esparsas habitações, muitas delas espaços de fim-de-semana, sem grandes condições de habitabilidade. Do outro lado do rio, por detrás da ilha, lá em cima, avistará a ruina e a margem do bairro de Baba. Cerca de quilómetro e meio depois de iniciar o passeio, encontrará uma estradita asfaltada à sua direita. Se está cansado deverá tomá-la e logo à frente chegará a uma pequena rotunda onde de tempos a tempos um autocarro o levará de volta ao metro. Mas esta evacuação deverá ser apenas uma solução de emergência, porque o melhor do passeio ainda está para vir.

Ai nesse ponto de junção entre o trilho e a estradita para o autocarro, encontrará uma barraquinha onde poderá comprar uma bebida fresca. Se tiver sorte observará a pequena barca que liga este ponto à margem oposta. Esta travessia é bastante pictoresca. O barquito é uma coisa de outros tempos, aludindo ao conceito perdido de "barqueiro", e o mais curioso é que faz parte da rede de transportes públicos de Praga, e quem tiver um passe pode simplesmente usá-lo.

Para cima, no topo da escarpa que observa do seu lado direito, mas sem ângulo de visão, encontra-se o bairro dormitório de Bohnice. Geralmente acabo por usar um dos discretos trilhos que sobe pelo meio da vegetação e apanho um autocarro lá, mas reconheço que é uma possibilidade complicada para o visitante casual, implicando uma ou duas mudanças de transporte até chegar ao centro.

De qualquer forma sugiro que se aventure e tente encontrar um destes percursos escondidos. A ascensão é díficil, bem inclinada, mas o prémio é tentador: a vegetação densa encanta, e uma vez no topo as vistas são assombrosas.

Notará que desde que iniciou o seu passeio, os traços da cidade são cada vez mais vagos. Praga, ao contrário das grandes metrópoles portugueses, acaba subitamente. Passa-se da cidade para o meio rural durante uma caminhada de alguns minutos. Se tiver suficiente energia dará por si fora da cidade, apreciando a carícia da natureza. O som do rio que corre e da passarada que por ali anda serão practicamente os únicos sons. Especialmente se não for fim-de-semana e se o tempo não estiver especialmente agradável.

Poderá voltar para trás a qualquer momento, e refazer o caminho para o seu regresso ao centro.

in visitar-praga.com.pt

Documentário sobre o Portugal dos Pequeninos - Coimbra

Documentário sobre o Portugal dos Pequeninos, com entrevista à sua diretora Maria Lúcia Monteiro

Documentário sobre o Palácio Nacional da Pena em Sintra com Entrevista ao Director Dr. José Manuel Carneiro

Parte 1


Parte 2


Parte 3




Documentário realizado por Adriana Sousa Duarte sobre o Palácio Nacional da Pena em Sintra, sua caracterização arquitectónica com depoimentos do director do Palácio Dr. José Manuel Carneiro.

Descrição sobre a Cidade de Amesterdão


É difícil descrever o que é mais encantador em Amesterdão, se os seus canais, as casas coloridas construídas durante o século XVII, as suas embarcações que muitas delas são utilizadas como casas ou a liberalidade cultural. Há outros factores que também podem contribuir para o encanto desta cidade, como por exemplo, o facto de esta ser construída abaixo do nível do mar, as pessoas terem o hábito de usar sapatos de madeira, produzirem queijos divinos e trabalharem em moinhos de vento.

Devido à profusão de canais Amsterdão é considerada a Veneza do Norte.




Visitamos Amesterdão em pleno mês de Janeiro, um mês frio, mas considero que tenha sido uma boa opção, porque adoro viajar de gorro, cachecol e casacão, e na cidade encontramos temperaturas negativas, que nos permitiram vivenciar o verdadeiro clima dos Países Baixos. Ficamos hospedados num hotel mesmo em frente a uma canal e muito perto do coração da cidade, o que nos permitiu estar todas as noites envolvidos no clima agitado da noite de Amesterdão.

No mesmo dia que chegamos a Amesterdão fomos visitar a Red Light District. Embrenhamo-nos pelas ruelas dos bairros e ficamos muito atentos à espera que nos aparecessem as famosas montras. Tal foi a surpresa, quando entramos numa rua com patinhos a passearem sobre o canal e olhámos para o lado e deparamo-nos com as montras, mesmo na face dos passeios. Fiquei surpreendida, porque idealizava uma só rua como sendo uma avenida larga, onde as “meninas” se apresentavam com vestidos muito provocantes. Na realidade são ruelas muito estreitas, em que as montras estão mesmo à face dos passeios e as “meninas” não usam vestidos, estão simplesmente quase todas “descascadas”. As montras têm luzes vermelhas e são rodeadas por sex shops, casas de sexo ao vivo e museus do Sexo. As ruas encontram-se repletas de movimentos e estão muito bem protegidas, com patrulhas que são efectuadas pelo policiamento local. Quando me deparei com este cenário só pensei “muito louca” a noite de Amesterdão.

Este local é considerado o mais antigo da cidade e está situado muito próximo da Estação Central.



As montras não podem ser fotografadas, dessa forma, no dia seguinte logo de manhazinha fomos fotografá-las, quando as “meninas” não estavam em actividade.




Outra das atracções de Amesterdão são as coffe shops, onde os turistas podem fumar algumas drogas, sendo estas liberalizadas.

No dia a seguir percorremos a cidade a pé e considero que seja a melhor forma de percorrer a cidade, porque acabamos por nos cruzar com canais e ruelas cativantes que de outra forma não conseguiríamos apreciar.

Entre os moradores a bicicleta é o meio de transporte mais utlizado, as faixas destinadas às bicicletas, demarcadas em todas as ruas, devem ser respeitadas, caso contrário quase que nos atropelam.




Para os turistas um passeio de barco pelos canais é um programa imperdível, pois permite percorrer praticamente todo coração da cidade e apreciá-la a partir de um ângulo privilegiado. O passeio é normalmente de uma hora e é guiado.



O centro de Amesterdão tem como coração a Central Station, uma estação muito ornamentada no seu exterior. Perto desta estação encontramos a igreja Sint Nicolaaskerk, uma igreja dedicada ao patrono de Amesterdão - S. Nicolau - o protector dos marinheiros. O seu interior é muito bonito e dos interiores das igrejas que visitei nesta cidade, foi o que mais apreciei.

Uma das praças principais da cidade é a praça Dam, onde podemos encontrar o Palácio Real (Koninklijk Pallais), um dos três palácios oficias dos Países Baixos, à disposição da rainha Beatriz. Visitamos o seu interior, que foi restaurado há pouco tempo e o que mais me fascinou no seu interior foi o salão principal.



Na praça Dam também se encontra a igreja Nieuwe Kerk e o Monumento Nacional. A igreja Nieuwe Kerk é um centro de exposições, onde constam as relíquias do “Século de Ouro”.

A praça Dam testemunhou vários dramas históricos e foi, por exemplo, a área de recepção para Napoleão e as suas tropas durante o ano de 1808 na reconquista da cidade.

As principais áreas comerciais da cidade estão situadas ao longo da avenida Damrak e das ruas Nieuwendijk, Kalverstraat, Leidse Straat e a praça Leidseplein.

Ao longo do trajecto pela cidade fomos encontrando Torres como a Montelbaanstoren sendo estas pontos tradicionais da cidade, e antigamente serviam como referência para os navios, na época das grandes navegações.

Um dos prédios mais importantes de Amsterdão é o Rijksmuseum, com mais de 260 salas, onde consta uma colecção fantástica de obras-primas, entre as quais diversas obras do famoso pintor Holandês Rembrandt. A colecção de obras de arte do Rijksmuseum é riquíssima e há também obras de Vermeer, Frans Haals e Jan Steen. Aconselho também a visita ao Museu de Van Gogh, e ao Stedelijk Museum com obras de Monet e Cèzanne. Também aconselho a visita ao Museu de História de Amsterdão onde se pode conhecer a interessante história desta cidade.

Outro museu que visitamos foi a casa Museu de Anne Frank. Como já tinha lido o “Diário de Anne Frank”, na adolescência e ficou bem presente na minha memória excertos dessa mesma narrativa, foi com grande emoção que visitei a casa onde Anne viveu escondida por mais de dois anos num compartimento secreto localizado nos fundos deste prédio, com a sua família, sem nunca poder sair para brincar, fazer qualquer barulho, nem sequer ser vista por ninguém. A exposição que está patenteada numa das divisões da casa retrata os horrores vividos no holocausto, aproximando-nos da realidade vivida pelos judeus.

No que se refere ao património religioso visitamos a igreja Oude Kerk, situada no centro do bairro da Red Light District, rodeada de montras. Este templo foi originalmente dedicado a São Nicolau, Patrono e Protector de Amesterdão, desde o Séc. XIV. Visitamos o interior da igreja, onde estava presente uma exposição alusiva à sexualidade e a outras questões controversas na igreja católica. Já visitei várias igrejas e diferentes países da Europa e nunca me deparei com algo do género, um templo católico acolher uma exposição daquela natureza. Só mesmo em Amesterdão!

Também visitamos a igreja Zuiderkerk, de estilo renascentista, tendo sido o primeiro local de culto protestante construído em Amesterdão. Actualmente é ocupada por serviços de urbanismo.

Outra das igrejas que visitamos foi a Lutherse Kerk, de forma redonda com um campanário no alto, situada em frente a um canal.

A igreja Westerkerk é caracterizada pela sua alta torre, considerada a mais alta de Amesterdão.

Uma das igrejas que mais gostei em Amesterdão é a Krijtberg, de estilo Neogótico, caracterizada pelos seus altos pináculos, que se vêem por toda a cidade. Na medida que está situada em frente a um canal concede a este uma beleza especial.

Visitamos também o Waag, a antiga porta das muralhas medievais, que actualmente é um restaurante e a Munttoren, que actualmente é casa da moeda e também já foi uma das portas da cidade.

Passamos pelo Museu Rembrandthmis e observamos a Scheepvaarthmis, uma torre com um relógio no cimo, perto de uma grande canal.

No meio de uma zona comercial encontramos Begijnhof, um local que proporcionou alojamento a devotas, que podiam viver de uma forma comunitária, tomando temporariamente votos religiosos. Neste espaço constam casas tipicamente Holandesas, com um belo jardim e duas capelas, tendo sido uma delas clandestina.


Percorremos a avenida Singel e encontramos os canais Egelantiensgratch e Bloemgratct, canais característicos pelo arvoredo envolvente e pelos barcos nas bermas dos canais.



E plena Holanda não podíamos deixar de visitar um mercado de flores, visitamos o Bloemenmarkt, um mercado de flores ambulante, muito colorido, com vários tipos de flores e plantas, as minhas favoritas são as Túlipas, sendo estas uma das qualidades de flores que representam a Holanda.

Perto deste mercado visitamos a praça Rembrandtplein, dedicada ao pintor Rembrandt, onde podemos observar uma estátua em homenagem ao pintor.

Sendo os moinhos uns dos ex-libris da Holanda, em plena cidade de Amesterdão encontramos o moinho Gooyer.


Ao longo dos passeios pela cidade íamo-nos cruzando com um cheirinho delicioso vindo dos típicos Goulas hkroket, que são uns croquetes compridos, com diferentes tipos de recheio, que se retiravam de umas máquinas de self-service.


Também me deliciei com as guloseimas de Croissanterie René’s.

Sendo Amesterdão uma cidade muito fria, em pleno Inverno, aconselho a tomarem um chá no Schreierstoren (antiga loja de equipamento naustico), situada mesmo em cima de um canal. Neste espaço aproveitamos para afinar os sentidos, contemplando a vista sobre o canal, saboreando o chá e ouvindo a música dos anos 80 que estava a soar.


Para uma refeição “a sério” aconselho o restaurante De Roode Leevw (perto da praça Dam), um espaço muito agradável, com decoração romântica e considero que sirvam entradas, prato principal e sobremesa muito bem confeccionas e a preços razoáveis.

Aproveitamos que estamos em Amesterdão e visitamos Zaanse Schans, uma aldeia a norte de Amesterdão (a relativamente pouco quilómetros do centro da cidade). Neste local encontramos um pouco de tudo aquilo que representa a Holanda, casas típicas Holandesas, vários moinhos de vento, fabrico de tamancos, fabrico de queijos, venda de diamantes, na medida que é em Amesterdão que se encontram as principais empresas de lapidação de diamantes e várias lojas a venderem produtos locais.

Nesta aldeia visitamos uma loja que explicava o fabrico dos típicos tamancos Holandeses. Os tamancos de madeira Holandeses (klonpen) são mais do que uma tradição. Ainda hoje são usados por muita gente no dia-a-dia, seja por hábito, ou por fazer bem à coluna e à postura, como salientam os Holandeses. Existem tamancos de várias cores e feitios e não resisti a comprar umas pantufas em forma de tamancos Holandeses.



A maior atracção de Zaanse Schans são os moinhos. Os moinhos são muito comuns em toda a Holanda e têm sido usados desde o século XIV para bombear água das terras abaixo do nível do mar, permitindo aumentar o território da Holanda com a construção de novos diques, mas também para moer trigo, cacau, no preparo da cerâmica e em muitas outras actividades do dia-a-dia. Já existiram centenas em todo o país, mas infelizmente hoje o seu número é muito menor.





Os vários moinhos estão situados perto de um lago, retratando uma paisagem merecedora de ser admirada.



Mas não são apenas os tamancos, nem os moinhos que nos fascinaram na Holanda. O queijo Holandês, como o Gouda e o Edam, são deliciosos e nesta aldeia visitamos um Museu que confeccionava queijos com várias especiarias e como adoro queijos deliciei-me com esse momento.

São vários os encantos que podemos encontrar em Amesterdão, considero uma cidade repleta de interesses que comprazem os diversos turistas que visitam a cidade.


fonte: poesiadosentidos.blogspot.pt 

Video: A Casa de Anne Frank, agora museu, em Amesterdão

Cidade de Londres - "O Mundo Segundo os Brasileiros"

Viajando aos Extremos - Islândia: Terra, ar, Fogo e Água

Conheça a Islândia - Programa "Tudo a ver!"

Como Nasceu Lisboa - Prof.José Hermano Saraiva

História da Cidade de Guimarães - Prof.José Hermano Saraiva

História da Cidade de Torres Novas

Prof. José Hermano Saraiva fala sobre a história da Cidade de Tomar

História da Cidade de Sintra - José Hermano Saraiva

História da Cidade de Cascais - Portugal - Por José Hermano Saraiva

Dicas sobre Estocolmo - Suécia


ESTOCOLMO, a cidade mais bonita e mais evoluída que já vi em toda a minha vida(...)!!
Com os efeitos de Natal e os passeios brancos da neve matinal, e depois há as pessoas, são todas tão bonitas, parecem modelos. Outra coisa que me surpreendeu foi que toda a gente fala inglês, desde os velhos que estão a vender os bilhetes para o metro até às crianças de 15 anos que andam na rua e que às vezes pedíamos indicações. Extraordinário…ADOREI!!!















É uma cidade que não tem muitos monumentos para se ver. Tem o Royal Palace onde se podem ver os Apartamentos Reais, a Sala das Jóias da Coroa e mais outros museus. Este Palácio já não é ocupado pela família real, só vai lá o Rei 3 ou 4 vezes por ano para tratar de "assuntos oficiais". Ao sábado e domingo também se pode ver, à hora de almoço, o render da guarda.
Também é engraçado ir ao ponto mais alto de Estocolmo, uma torre com 31 andares, com um restaurante mesmo no 28º andar. Só para subir o elevador são 35 SEK, mais ou menos, 3,5€. Quanto ao restaurante…não sei preços, nem sequer espreitei, posso andar a passear mas ainda sou estudante com os “tustos” contados para a comida e pouco mais.
A não não não perder, o Absolute Ice Bar Stockholm, no Nordic Sea Hotel. Um bar feito de gelo, é preciso fazer reserva, pela net é mais barato, e estão lá -5ºC. Só existem 3 bares destes no Mundo e pertencem ao mesmo organizador do Hotel de Gelo, um hotel que abre só durante o Inverno e que todos os anos constroem um diferente. A entrada no Ice Bar são 170 SEK, é um bocado caro mas vale muito a pena, e este valor inclui uma capa, luvas e uma bebida. As sessões são de 40 minutos.
O mais chato foi o aeroporto ficar a 80 minutos da cidade, mas chega-se facilmente de autocarro, está tudo muito bem organizado.
Para depois andar por Estocolmo o melhor é, mais uma vez, comprar o bilhete de 3 dias para metro e autocarros.
Lojas para compras...lá não falta


in erasmusmadeinpoznan.blogs.sapo.pt

Quinta da Regaleira em Sintra

 foto: A. Pancinha

Fotos da Universidade de Aveiro

Universidade de Aveiro
Edifício Central da Reitoria - Universidade de Aveiro


Universidade de Aveiro
Edifício Central da Reitoria - Universidade de Aveiro


Universidade de Aveiro
Departamento de Engenharia Civil - Universidade de Aveiro


Universidade de Aveiro
Departamento de Engenharia Civil - Universidade de Aveiro

Universidade de Aveiro
Departamento de Engenharia Civil - Universidade de Aveiro

Universidade de Aveiro
Departamento de Geociências - Universidade de Aveiro


CEFASI / Secção Autónoma de Ciências, Juridicas e Politicas - Universidade de Aveiro



Ponte pedonal sobre o estreito de S. Pedro (Ria) - Universidade de Aveiro



Departamento de Química - Universidade de Aveiro


CEFASI / Secção Autónoma de Ciências, Juridicas e Politicas Universidade de Aveiro


Biblioteca / Serviços de documentação - Universidade de Aveiro


Ponte pedonal sobre o estreito de S. Pedro (Ria) - Universidade de Aveiro



Departamento de Química - Universidade de Aveiro

Biblioteca / Serviços de documentação - Universidade de Aveiro




Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade de Aveiro


Complexo Pedagógico Científico e tecnológico - Universidade de Aveiro


fotos: av.it.pt
Centro de Computação - Universidade de Aveiro


Departamento de Comunicação e Arte - Universidade de Aveiro


Universidade de Aveiro


Universidade de Aveiro


Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro


Departamento de Ciências da Educação

Reitoria


Pavilhão Desportivo Aristides Hall
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...